Será aberta às 18 horas de quinta-feira (31/01), a exposição
De Outros Carnavais, que relembra os antigos festejos de momo em Piraí. Com visitação
gratuita de 2ª a 6ª-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 10h às
15h, na Casa de Cultura - Rua Comendador Sá, 105, Centro, a exposição é
composta por fotos do carnaval de 1929 até os dias atuais. Cortejos, blocos de
sujo, bailes e foliões famosos como Jonjoca, fazem do acervo cedido pelos moradores
de Piraí. Durante o carnaval - 9
a 12 de fevereiro - poderá ser visitada das 14h às 19h.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Conheça e apoie a Casa da Juventude de Barra do Piraí
Na entrevista concedida ao A VOZ DO POVO o conselheiro
tutelar afastado do cargo, Arnaldo Feijó, alega, que, como pai não poderia
aceitar que uma criança com 4 dias de vida fosse parar na Casa da Juventude, de
onde estou chegando agora de um encontro com a presidente Maria Aparecida da
Silva. Reparem, que os jornalistas do A VOZ DO POVO grifam importante trecho
da fala de Feijó, como se estivessem querendo apoiar o motivo alegado pelo
“conselheiro”. Conheça agora a Casa da Juventude, a Caju, como é popularmente
tratada em Barra do Piraí.
.
Presidida desde abril do ano passado pela enfermeira
aposentada Maria Aparecida da Silva, que tem como vice-presidente a advogada
Tânia Maria Pereira Morais, a Caju abriga hoje 20 crianças, dentre elas dois bebes
apreendidos pela Vara da Infância e Juventude de Barra do Piraí nas casas dos
casais adotivos indicados sem o conhecimento e consentimento da Justiça pelo
vereador Pedro Fernando de Souza, vulgo Pedrinho ADL (PRB), e pelo conselheiro
tutelar afastado do cargo, Arnaldo Feijó.
Maria Aparecida da Silva - presidente da Caju
Com sede bem cuidada, organizada e bastante ampla, a Caju
possui onze funcionários contratados e mais cinco cedidos pela Prefeitura de
Barra do Piraí – uma professora, uma psicóloga, uma assistente social e dois
para atuarem na área de serviços gerais. A instituição, que possui apoio
financeiro somente do Governo Municipal, conta também com doadores e
profissionais que atuam como voluntários em várias áreas como medicina e
odontologia.
Na administração, além da presidente e vice-presidente, a
Caju possui seis diretores e oito conselheiros, também voluntariados e sem
quaisquer tipos de remunerações para atuarem na ponta da linha recebendo os
menores que a sociedade teima em não enxergar.
Supervisionados pelo Ministério Público e Vara da Infância e
Juventude de Barra do Piraí, a administração da Caju segue estritamente a
legislação que protege os direitos das crianças e adolescentes abrigados. Sobre
as declarações do “conselheiro” envolvido no caso de doações ilegais de
crianças, a presidente Maria Aparecida disse: “O conselheiro trouxe várias
crianças para cá. Se ele percebeu que a Casa da Juventude não possuía condições
de cuidar de menores, porque não nos denunciou no MP?”. Para Maria Aparecida,
que é enfermeira aposentada, há uma grande dose de hipocrisia na alegação de
Arnaldo Feijó. “Nossa função aqui é cuidar das crianças e não encaminha-las
para adoção. Nossa principal meta e fazer com que essas crianças retornem aos
seus lares, quando eles existirem. A criança na Casa da Juventude só é adotada
por determinação da Justiça e a pedido do Ministério Público”, desabafou a
presidente, ressaltando, que assim que os bebês foram apreendidos pela Justiça
e abrigados na Casa da Juventude, todos os exames médicos e laboratoriais necessários
foram realizados pelos profissionais de Saúde voluntariados e cedidos pela
Prefeitura de Barra do Piraí. “Foram contratados mais dois funcionários somente
para cuidar deles”, encerrou.
Quem quiser ser um doador ou voluntário na Casa da
Juventude, vá na instituição e conheça seu funcionamento, sua estrutura e sua
administração.
Seria muito interessante também, que os governos estadual e
federal não deixassem somente para a Prefeitura de Barra do Piraí, a
incumbência de cuidar, volto a repetir, das crianças que a sociedade teima em
não enxergar.
PARTE DA ESTRUTURA DA CAJU
Refeitório
Quadra de Esportes
O prédio na Avenida Cecília
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Suplente de vereadora do PRB mente descaradamente no A VOZ DO POVO
Este trecho foi extraído da entrevista da suplente de vereadora do PRB de Barra do Piraí, Alexandra Oliveira, ao jornal A VOZ DO POVO. Leiam a entrevista completa no final dessa matéria.
Amigos leitores, a última coisa que eu queria era
transformar meu blog numa espécie de “futricas da candinha”. Mas, infelizmente
para mim e certamente também para vocês, desde o início de 2012 eu venho sendo
contatado pela suplente de vereadora do Partido Republicano Brasileiro (PRB) de
Barra do Piraí, Alexandra Oliveira, que, na qualidade de amiga virtual no site
de relacionamentos Facebook, vem fazendo denúncias após denúncias e me pedindo
publicações após publicações, até que ontem (22 de Janeiro de 2013), lendo seus
relatos sobre um “golpe” que alegava ter sofrido, resolvi dar ouvidos à ela
levando suas informações sobre a comissão organizadora da passeata gay que será
realizada no próximo domingo (26/01) no Centro da cidade, a vocês, leitores do
blog.
Logo após a publicação a suplente de vereadora Alexandra
Oliveira, procurou o jornal A VOZ DO POVO, desmentiu todas as informações
publicadas pelo Blog do Jeff Castro, prometendo, também, que vai dar queixa,
não se sabe bem aonde, pode ser que seja no Ibama, sei lá.
Leiam a conversa entre eu e Alexandra que originou o post
neste blog com o título “Golpe cor de rosa na organização da passeata da
diversidade em Barra do Piraí” e percebam quem é a suplente de vereadora do PRB
em Barra do Piraí.
CONHEÇAM MAIS DENÚNCIAS DE ALEXANDRA
A suplente de vereadora do PRB, Alexandra Oliveira, contatou
meu site de relacionamentos em março de 2012. Nessa época seu interesse era a
causa dos camelôs transferidos para o mercado municipal e uma tentativa de conseguir
meu apoio ao projeto da passeata da diversidade, que à época vivia no plenário
da Câmara de Vereadores uma espécie de disputa com o projeto da caminhada da
família. Não atendi seu pedido porque a bem da verdade eu sou contra os dois
projetos, ou favorável aos dois, até porque eu penso que não serão projetos
aprovados pela Câmara que conscientizarão o povo sobre a importância da
diversidade e da família.
No dia 24 de abril novamente a suplente de vereadora do PRB
fez contato via site de relacionamentos para me dizer que estava com o
responsável pelo trio elétrico da passeata da diversidade, segundo ela, de nome
Enéas, e que o mesmo tinha revelado a diária do veículo no valor de R$ 5 mil
com suspeitas de pedido de nota fiscal acima do valor cobrado. Eu aguardei o
contato com o cidadão citado por ela e até hoje eu estou aqui sentado.
Abaixo a conversa entre eu e a suplente de vereadora do PRB
de Barra do Piraí.
No dia 8 de outubro de 2012, um dia após as eleições,
Alexandra, que não tinha sido eleita vereadora, fez contato para me revelar uma
“caixotada” que tinha levado na cabeça durante a briga que aconteceu no último
comício de Mário Esteves. Também não fiz menção ao caso à época.
Um dia depois, outro contato, dessa vez para relatar
desavença entre ela e uma assessora de campanha. Mais uma vez eu fiz ouvido de
mercador.
Segui sendo gentil com Alexandra. Fazendo vistas grossas até
como forma de preserva-la eu passava por cima de casos sem relevância, como no
dia 11 de outubro, quando a suplente de vereadora do PRB relatou uma espécie de
disputa pela causa gay entre ela e o vereador Pedrinho ADL, que segundo
Alexandra teria destratado um gay porque ele era seu eleitor.
Vejam como o nível vai baixando a cada revelação.
Agora, a coisa complicou muito, até porque, se existe alguém que pode se queixar, esse alguém sou eu, que não estou aqui para desmentido por uma política pouco ilustrada, incapaz de se lembrar daquilo que escreve.
No último episódio desse malfadado contato, meu nome foi
parar numa matéria de um jornal, que, ao que parece, tem como finalidade
aprender a fazer jornalismo comigo.
Leiam mais esse sofrimento é a entrevista de Alexandra ao A
VOZ DO POVO e por favor me perdoem por ter levado algo de tão baixo nível a vocês,
meus estimados leitores.
Agora eu pergunto: quem mentiu?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Reincidências desmascaram alegações de ignorância a lei de adoção no país.
Ao que parece a ignorância as leis de adoção e o “amor” ao
próximo são posturas reincidentes ao vereador Pedrinho ADL (PRB) e conselheiro
tutelar Arnaldo Feijó. No relatório do Conselho Municipal dos Direitos da
Criança e do Adolescente de Barra do Piraí (CMDCA/BP) encaminhado a Câmara de
Vereadores, Secretaria Municipal de Assistência Social e Ministério Público,
está escrito que Pedrinho ADL esteve envolvido em caso semelhante.
Segundo a mesma fonte que me relatou o lamentável episodio sobre
a adoção em dezembro do ano passado, cerca de 6 meses antes, portanto, em
período pré-eleitoral, o vereador Pedrinho ADL, o conselheiro tutelar Arnaldo
Feijó e também o mesmo casal que reside em Santa Rita de Jacutinga
(MG), supostamente, estiveram também envolvidos em mais um caso de fraude ao sistema
de adoção de crianças.
Segundo a fonte o Ministério Público teria acionado a Justiça também neste primeiro
caso encaminhando a criança para a Casa da Juventude, jogando ao chão as alegações
de ignorância ao sistema brasileiro de adoção, que foram reveladas pelo A VOZ DO POVO como
justificativas apresentadas pelo vereador Pedrinho ADL e conselheiro tutelar
Arnaldo Feijó ao jornal.
Também existem suspeitas de que Pedrinho ADL teria dado assistência
em procedimentos médicos no primeiro caso.
Seria muito interessante se os “jornalistas” do A VOZ DO
POVO fizessem novas entrevistas com Pedrinho ADL e Arnaldo Feijó revelando e logicamente tentando justificar o
primeiro caso de suposta fraude de adoção de crianças em Barra do Piraí.
Pedrinho ADL e Arnaldo Feijó assumem suas ignorâncias publicamente
O vereador e agora ignorante confesso, Pedro Fernando de
Souza, conhecido pelo vulgo de Pedrinho ADL (PRB), em sofrível entrevista ao
jornal A VOZ DO POVO, revelou, que, supostamente, cometeu crime de fraude em adoção de crianças
por amor. “Agi por amor, por achar que estava fazendo um bem à mãe, que dizia
não ter condições de criar o neném e batia o pé que não o queria; ao casal, que
afirmava que o bebê seria um presente na vida deles; e, acima de tudo, à criança,
que poderia ficar ao relento”, disse Pedrinho ADL ao A VOZ DO POVO.
Sobre mim e minha matéria de 15 de janeiro neste Blog com o
título “Vereador Pedrinho ADL e conselheiro tutelar Arnaldo Feijó são suspeitos
de fraude em adoção de criança em Barra do Piraí”, o edil ignorante disse: “Os
meu quase 2,1 mil votos de credibilidade estão doendo muito nos adversários,
que ficam com dor de cotovelo. São pessoas que significam um câncer para Barra
do Piraí, não edificam ninguém e ainda fazem mau uso da imprensa, tentando
deturpar imagens, vez que a imagem deles não é significativa para o povo. Se
assim o fosse, eles não precisariam perder tempo levantando falsas acusações
contra mim ou quem quer que seja”.
Pedrinho ADL não respondeu sobre os R$ 30 que a mãe disse
ter recebido dele
Na entrevista mambembe onde os “jornalistas” do A VOZ DO
POVO tentam defender o vereador do partido que sustenta financeiramente o
semanário, nenhuma menção aos R$ 30 que a mãe da criança, afirmou em suas declarações ao Centro de Referência
Especializado de Assistência Social de Barra do Piraí (CREAS/BP) ter recebido
de Pedrinho ADL no dia em que entregou seu filho ao casal indicado pelo próprio
vereador para adoção sem o conhecimento da Justiça da Infância e da Juventude
de Barra do Piraí. Segundo minha fonte existem suspeitas de que Pedrinho ADL, que se
sustenta politicamente praticando diuturnamente o assistencialismo em seu
gabinete na Câmara de Vereadores, custeou procedimentos médicos e doou cestas
básicas à mãe desde o sexto mês de gestação. A mãe já entregou a guarda de dois
filhos ao padrasto, que reside no bairro Santo Antônio, conhecido como curral
eleitoral do vereador.
Na entrevista circense Pedrinho ADL afirma que teve contato
com a mãe no dia em que ela foi levada ao seu gabinete pelo conselheiro tutelar
Arnaldo Feijó, expulso do conselho e que, na mesma página onde foi publicada a
entrevista do ignorante vereador Pedrinho ADL, também se confessa ignorante
trazendo para si a responsabilidade pelo suposto crime de fraude em doação de
criança praticado em Barra do Piraí.
Atuação do MP é interpretada pelos “jornalistas” do A VOZ DO
POVO
A VOZ DO POVO tenta antecipar também a decisão do Ministério
Público no caso informando que a promotora Patrícia Vianna Vieira afirma que a
mãe da criança “esclareceu com riqueza de detalhes como nasceu seu desejo de
entregar seu filho para doação”, classificando a conduta como “entrega
irregular de criança”, que para os “jornalistas” serve como prova cabal da
inexistência de fraude no caso.
A dissimulação dos “jornalistas” e envolvidos no caso é tão
acentuada, que, enquanto o “conselheiro” Arnaldo Feijó segue a mesma linha do
vereador também alegando amor no caso: “eu me deixei levar pela emoção, porque
fiquei muito comovido com a possibilidade de pegar um bebê com apenas quatro
dias de vida e ter que coloca-lo na Casa da Juventude”; os jornalistas grifam
“onde, aliás, o neném vive hoje, depois de ser recolhido pela Justiça”, nesse
caso, colocando a própria Justiça em situação delicada, já que o grifo
sugere claramente que a decisão da Justiça é desumana e equivocada.
“Ninguém pode alegar desconhecimento da lei com a finalidade
de descumpri-la, previsto art. 3º da Lei de Introdução ao Código Civil. É o
princípio da inescusabilidade da ignorância da lei. A publicação da lei no
órgão oficial é suficiente para produzir o efeito de torná-la obrigatória para
toda a sociedade, presumindo-se o seu conhecimento por todos, ao menos
potencialmente.”
É uma vergonha utilizar as dependências da Câmara de
Vereadores de Barra do Piraí para uma prática tão monstruosa contra uma mãe e
uma criança com quatro dias de vida.
Eu acredito no Ministério Público e na Justiça e não
acredito que as leis brasileiras só são aplicadas contra os menos favorecidos.
LEIAM AS ENTREVISTAS DO A VOZ DO POVO COM O VEREADOR
PEDRINHO ADL E CONSELHEIRO TUTELAR ARNALDO FEIJÓ.
Como em nenhum momento eu citei a palavra "tráfico" e muito menos acusei o vereador Pedrinho ADL de tráfico de crianças em meu
Blog do Jeff Castro, a manchete do A VOZ DA CIDADE soa como
“consciência” pesada, se é que alguém deles sabe o que é consciência.
A entrevista mambembe com os ignorantes
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Ex-prefeito acusa atual presidente da Câmara de mandar distribuir cópias de documento com sua assinatura falsificada
Presidente da Câmara de Vereadores, Pastor Monteiro (PRB)
A
Promotoria Pública de Barra do Piraí recebeu no final do ano passado a denúncia
de suposta falsificação de assinatura do ex-prefeito Zé Luiz Anchite. O MP está
investigando uma cópia do documento que estava sendo distribuído em residências
de vários bairros informando que através da indicação 875/2010 o vereador
Pastor Monteiro (PRB) tinha solicitado a instalação e construção da rede de
água potável para a Avenida Miguel Couto Filho, no trecho entre os bairros do
Maracanã e Roseira.
O ex-prefeito Zé Luiz afirmou no MP que o documento não é verdadeiro e que o atual
presidente da Câmara de Vereadores usou indevidamente o papel timbrado do
Gabinete do Prefeito falsificando sua própria assinatura para transmitir ao
povo uma mentira.
O morador
da Avenida Paulo Fernandes, na Muqueca, de nome Luiz Antônio, disse ao Blog do
Jeff Castro, que o documento lhe foi entregue por um rapaz chamado Elcio, que o
pediu para transmitir a informação aos moradores do bairro. “Eu recebi e não
transmiti nenhuma informação a ninguém. Apenas recebi o documento das mãos de
Elcio”, disse pelo telefone Luiz Antônio.
Ouvido
pelo Blog o assessor do vereador Pastor Monteiro, que se chama Elcío Rogério,
revelou. “Fui eu mesmo quem entregou o documento ao rapaz que você citou”.
Quando perguntado sobre a autenticidade do documento, o assessor disse que o
mesmo lhe foi entregue pelo prefeito Zé Luiz. “O prefeito Zé Luiz entregou o
documento para mim e para o Pastor Monteiro, que posteriormente autorizou sua
distribuição”, encerrou.
Pelo
telefone o Pastor Monteiro confirmou que o documento lhe foi entregue pelo
prefeito Zé Luiz quando ele ainda fazia parte da bancada de apoio ao Executivo
na Câmara de Vereadores.
O ex-prefeito
Zé Luiz afirma que sua assinatura foi falsificada no documento, segundo Zé
Luiz, montado de forma grosseira em papel timbrado de seu Gabinete.
Barra do
Piraí entra em 2013 com dois vereadores do PRB sendo investigados pelo MP. O
presidente da Câmara, Pastor Monteiro de Jesus, por distribuição de documento
público com suposta falsificação da assinatura do ex-prefeito, e Pedrinho ADL,
pelo suposto envolvimento em tráfico de criança para a cidade de Santa Rita de
Jacutinga, em Minas
Gerais.
O jeito vai
ser colocar grades ao redor da Câmara de Vereadores.
Veja abaixo o documento que faz parte do inquérito civil aberto pelo Ministério Público
A VOZ DO POVO envergonha jornalistas
Hoje no site de relacionamentos Facebook, o jornalista Felipe
Carotta, que dirige o jornal A VOZ DO POVO, semanário bancado pelo ex-vereador
e candidato a prefeito pelo PRB derrotado nas eleições em Barra do Piraí em
outubro do ano passado, Mário Esteves, publicou chamada para a edição de amanhã (sábado, dia 19 de janeiro) afirmando que
eu acusei o vereador Pedro Fernandes de Souza, o Pedrinho ADL, também do PRB,
de envolvimento em suposta fraude na adoção de uma criança em Barra do Piraí.
A bem da verdade, a acusação contra o vereador Pedrinho ADL
faz parte do depoimento do conselheiro tutelar Arnaldo Feijó, que imediatamente
foi afastado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Leiam post neste Blog com o título “Vereador Pedrinho ADL e conselheiro tutelar
Arnaldo Feijó são suspeitos de fraude em adoção de criança em Barra do Piraí”.
Felipe Carotta é um jovem promissor que cursa Faculdade de Comunicação e que está sendo levado pelo canto da sereia de um
partido político conhecido pelo rótulo de vendilhão de legenda em todo país.
Há somente que se lamentar o fato de um jovem jornalista
iniciar sua vida profissional alicerçado num desmoralizado partido político que
dele só espera o sacrifício de se jogar na lama para defender um vereador que
pauta sua carreira política na mentira e na bipolaridade de sua fraca
personalidade.
Pedrinho ADL rebate acusações: ‘Imprensa marrom precisa de
mentiras para se sustentar’
Barra do Piraí - Na
terça-feira, 15, o vereador Pedro Fernando de Souza Alves, o Pedrinho ADL
(PRB), se viu no olho de um furacão. Acusado pelo jornalista Jefferson Carneiro de
Castro, através de reportagem publicada em seu blog, de envolvimento com
suposta fraude na adoção de uma criança em Barra do Piraí, o parlamentar
concedeu entrevista à VOZ, na manhã de ontem. Além de se explicar e rebater as
suspeitas levantadas contra ele, Pedrinho fez declarações polêmicas. “A
imprensa marrom do município precisa dessas mentiras para sobreviver, porque
sua imagem é insignificante para a população”, escrachou o republicano. A
íntegra da conversa e a cobertura do caso, além de muito mais, você lê na
edição de amanhã da VOZ. Bem cedinho, nas bancas.
Foto – Carolina Araújo
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Vereador Pedrinho ADL e conselheiro tutelar Arnaldo Feijó são suspeitos de fraude em adoção de criança em Barra do Piraí
No dia 05 de dezembro de
XXXXXXXX contou que seu filho tinha sido levado para Santa
Rita de Jacutinha no dia anterior (04 de dezembro), sem que ela soubesse o
endereço do casal. Indagada se houve pagamento pela adoção, a mãe disse que
não, apesar de ter recebido R$ 30 do vereador Pedrinho ADL para comprar uma
cinta que necessitava por recomendação médica.
A COMUNICAÇÃO DA MÃE AO CREAS
Em 19 de dezembro o Conselho Tutelar de Barra do Piraí fez
reunião para avaliar a questão que já tinha sido levada ao Ministério Público
pela mãe da criança no dia 12 de dezembro. Segundo relatado na ata de reunião,
o conselheiro Feijó ficou surpreso e disse que desconhecia a gravidade do
assunto, pedindo desculpas revelou que não comentou com ninguém do conselho
sobre o assunto e que não tinha a intenção de prejudicar ninguém.
Os conselheiros enviaram ofícios ao MP, Câmara de Vereadores
e Secretaria Municipal de Assistência Social informando a gravidade da conduta
que afastava imediatamente o conselheiro Feijó do cargo.
Na apuração o conselheiro Feijó disse que após deixar a mãe
no gabinete do vereador Pedrinho ADL não teve mais contato com ela e que estava
ciente de que tinha agido de forma errada, já que sua obrigação funcional seria
encaminhar a mãe e a criança para a Justiça da Infância e da Juventude de Barra
do Piraí.
Na decisão de afastar o conselheiro Feijó o presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) revelou que o vereador Pedrinho ADL já esteve envolvido em suposta fraude no sistema
de adoção e que a criança desse outro caso encontra-se ainda acolhida na Casa
da Juventude em Barra do Piraí.
Estatuto da Criança e do Adolescente – Artigo 13 – As
gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção,
serão obrigatoriamente encaminhadas a Justiça da Infância e da Juventude.
A Câmara de Vereadores já tem muito trabalho após sua
instalação. Abrir um processo para apurar o caso e se confirmado cassar o
mandato do vereador Pedrinho ADL, o mais votado em outubro do ano passado.
É muito mais que uma vergonha. É um crime contra o povo
brasileiro!
Como o conselheiro tutelar Arnaldo Feijó confirmou em depoimento sua participação, foi desnecessário ouvi-lo. Já o vereador Pedrinho ADL não atendeu minhas ligações e eu deixei mensagem em sua caixa de entrada do telefone celular.
Todos os citados podem e devem se manifestar no Blog do Jeff Castro se assim acharem necessário.
OS DOCUMENTOS CONSEGUIDOS COM
EXCLUSIVIDADE PELO BLOG DO JEFF CASTRO
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Na agência do Itaú Barra do Piraí e o Chico cantando “Chame o ladrão! Chame o ladrão!”
Hoje eu acordei bem disposto, tranquilão, como se diz no
popular. Bebi o café da manhã e desci para meu escritório para dar
prosseguimento às mudanças que estou fazendo no JBP – O Tasquim. Estou
trabalhando num novo visual para o semanário e também fazendo contato com novos
colaboradores e articuladores para dar prosseguimento ao projeto de fazer valer
a verdade na imprensa nanica do Sul Fluminense.
Liguei o computador e fiz meus comentários diários no
Facebook, até que, ao abrir o e-mail eu fui surpreendido com uma mensagem de
bloqueio, que me levou até a central do assinante Terra, onde existia a
informação de não pagamento da fatura no valor de R$ 51,47, datada em
10/10/2012. Chamei minha esposa Edimara, que é quem cuida de assuntos
administrativos do jornal e de nossa casa.
"Você deixou de pagar o site Terra?", perguntei.
Edimara, imediatamente, respondeu que não e foi buscar as faturas pagas por ela
na agência do Banco Itaú de Barra do Piraí no dia 4 de outubro.
Com as faturas nas mãos o susto foi ainda maior, nenhuma
delas tinha sido autenticada nos locais indicados nas próprias faturas.
"Se você pagou as faturas onde estão as
autenticações?", perguntei novamente para Edimara, que assustada foi procurar os comprovantes.
Poucos minutos depois ela retornou com aqueles papéis amarelados
semelhantes aos extratos extraídos das máquinas, que de nada servem, pois, em
pouquíssimo tempo eles desbotam e apagam toda a movimentação financeira neles
registradas.
Indignado e me lembrando dos estelionatários que te
emprestam uma caneta com cartuchos de tintas removíveis, e, enquanto ouvia
Chico Buarque cantando “Chame o ladrão! Chame o ladrão!”, eu passei a
telefonar para o gerente Cristiano, responsável as contas jurídicas da agência do Itaú
Barra do Piraí
Cinco ligações depois e sem quaisquer resultados ou
atendimentos, eu respirei fundo e pensei: é, vou ter que ir ao Itaú pela
terceira vez desde 2003.
E assim eu saí de casa, mas, não sem antes pegar minha
máquina fotográfica, até porque o Chico Buarque continuava cantando “Chame o
ladrão! Chame o ladrão!”.
Cheguei ao local para atendimento de pessoas jurídicas
exatamente às 13h25min, e como não tinha ninguém nas mesas dos gerentes
Cristiano e Natanael, e também não tinha qualquer informação aos clientes sobre
o porquê do abandono às moscas, eu tirei o meu relógio do pulso e o coloquei
sobre a cadeira do cliente para registrar aquele momento.
E foram chegando mais
pessoas e eu fui informando que só Deus sabia quando seríamos atendidos.
O tempo foi passando e o meu relógio continuou registrando
as horas de espera através da lente da máquina fotográfica.
13h55min, tic tac,
tic tac...
14h10min, tic tac, tic tac...
Até, que, às 14h20min, finalmente chegou
o gerente Natanael.
“Quem é o primeiro? Pode se sentar que minha hora é
13h30min, mas, eu vou começar atendendo alguns minutos antes”, informou, como
se estivesse fazendo um enorme favor aos que ali estavam aguardando.
Eu me sentei e educadamente entreguei as faturas sem
autenticações ao gerente, perguntando, como eu conseguiria comprovar os
pagamentos das mesmas? Natanael, procurando também pelas autenticações, quis
saber: “O senhor pagou como, no débito em conta?”. Não, jovem Natanael, minha
esposa pagou na boca do caixa e para minha surpresa a comprovação que ela
recebeu foi essa fita amarelada, que além de não servir para nada, desbota e
perde todas as informações nelas contidas. Com os olhinhos arregalados o jovem
gerente me pediu um tempo porque ele iria consultar a gerente geral da agência.
Aproveitando esse tempo, coloquei novamente meu relógio sobre a mesa do gerente
e registrei que aquele atendimento estava acontecendo às 14h25min tic tac, tic tac...
De volta o gerente Natanael respirando aliviado informou: “consultei
a gerente e o pagamento está registrado. A culpa é do Terra!”, encheu a boca
para empurrar a responsabilidade para frente. Muito bom, Natanael, minha esposa
está em casa fazendo contato telefônico com o site Terra, até porque a conta
que vencia no dia 10 foi paga no dia 4. Agora, me dá mais uma explicação: o
banco Itaú devolveu um cheque de minha empresa no valor de R$ 1,3 mil no dia 3
de outubro. Quando ele foi depositado na conta do favorecido? “Foi durante o
expediente do dia anterior”, respondeu o jovem gerente. Mas, me explica só mais
uma coisinha. Se no dia 02 de outubro eu possuía saldo para quitar o cheque,
como eu poderia saber que o Banco Itaú iria descontar R$ 99 em taxas bancárias
deixando minha conta sem saldo, já que o cheque foi devolvido por causa de R$
8,41? “Os clientes do banco sabem que existem tarifas para serem pagas”,
encerrou o gerente, ouvindo de mim, que o Cristiano tinha sido avisado na
segunda vez que fui ao banco em uma década, que eu não aceitaria mais
palhaçadas comigo e que dessa vez ele com certeza aprenderia a tratar seus
clientes com mais respeito, até porque, jovem gerente, dá uma conferida no meu
histórico dentro da agência e verá que uma coisa que eu sempre fiz foi fazer
questão de pagar meus débitos com a instituição, incluindo aqueles que me
remetem a música de Chico Buarque: “Chame o ladrão! Chame o ladrão!
Com respeito ao banco Itaú eu ainda não sei quais atitudes
serão tomadas. Primeiro eu preciso ouvir o meu advogado, até porque eu não
gosto de perder meu tempo para chegar a resultados como R$ 500 de indenização,
que parece ser uma espécie de tabela adotada pelo Judiciário para avaliar a
moral dos clientes de um banco.
Quanto aos gerentes, o que tenho a dizer, é que eu tenho
contas em bancos desde 1978, e já tive inúmeros problemas com os mesmos, pois são
todos iguais. A questão é que um gerente antigo, que foi implacável comigo,
levou um pé na bunda da instituição e duas décadas depois veio me contar seus
lamentos, confessando, que na época tinha agido errado comigo.
Pensem muito nisso.
As contas sem autenticação são referentes aos pagamentos do
site Terra, Oi, , Light, Vivo e Claro
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