quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Justiça bloqueia bens de Zé Luiz e da Trafit, empresa que vendeu três semáforos para a Prefeitura de Barra do Piraí


três semáforos pelo preço de 27 carros populares em 2011

A desembargadora Valéria Dacheux Nascimento, da Décima Nona Câmara Cível do Rio de Janeiro, negou o pedido do deputado estadual José Luiz Anchite (PP) e da empresa Trafit Indústria e Comércio Ltda, mantendo as penhoras de quantos bens forem necessários para ressarcir aos cofres públicos, R$ 666,4 mil gastos na compra de três conjuntos de semáforos pela Prefeitura de Barra do Piraí.



A penhora foi pedida pelo Ministério Publico Estadual na Ação Civil Pública - improbidade administrativa - movida na 1ª Vara da Comarca de Barra do Piraí para investigar a inexigibilidade de licitação alegada por Zé Luiz na compra de três semáforos no valor de 27 carros populares em 2011.


Para dispensar a licitação, o então prefeito Zé Luiz alegou, que os aparelhos não possuíam concorrentes no mercado devido ao design diferencial desenvolvido pela empresa Trafit Indústria e Comércio Ltda.



O que está sendo apurado na Ação Civil Pública é somente o procedimento ilegal na compra três semáforos, repito, pelo valor de 27 carros populares em 2011, pelo ex-prefeito de Barra do Piraí.

Acredito que o Ministério Público Estadual poderia ir além e apurar também os valores absurdos pagos por aparelhos, que segundo Zé Luiz, nem a NASA consegue fabricar.


domingo, 4 de setembro de 2016

Jornalista disse que não foi nomeada pelo vereador Cristiano Almeida porque se recusou a dividir o salário de assessora parlamentar


E nesse Brasil, onde os jornalistas são culpados quando publicam verdades, quando cidades são depredadas porque uma presidente eleita via estelionato eleitoral foi cassada e, particularmente, quando alguém muito bonzinho e extremamente religioso, é desmascarado numa cidade conservadora, onde os valores ainda são o sobrenome e o poder aquisitivo, este último, muitas das vezes conquistado à sombra da família, eu prossigo com a matéria sobre assessores parlamentares que dividem salários pela imposição da necessidade, do problema financeiro e da certeza, que apesar da quantia ser menor do que o valor descrito no contra-cheque, não há a contrapartida do trabalho.

Como se diz no popular: o que vier é lucro.

Entretanto, existem pessoas, que apesar dos momentos difíceis, inerentes ao início de uma caminhada profissional, não se rendem a facilidade do pouco em troca de nada.

Ontem, nos comentários em minha do tempo no Facebook, que foram registrados pelo compartilhamento da primeira matéria sobre o tema neste Blog, o ex-vereador Cristiano Almeida, além de confirmar, que dividia o salário do assessor parlamentar Luis Simpatia, revelou, que os senhores Jorge e Esaltino eram os beneficiados secretos embutidos no salário do colunista social do jornal O Barrense, uma das empresas de Doutor Júnior.




Secretos, porque Cristiano Almeida teve uma década para revelar e não revelou a “boa ação”, considerada, agora, pelo ex-vereador, “como o milagre que dividiu o pão entre três pessoas necessitadas”.

Ora, porque então a consciência filantrópica de Cristiano Almeida não dividiu o seu próprio salário de vereador com mais pessoas necessitadas?

Neste caso, a esmola não foi dada pela mão direita e tampouco pela esquerda do ex-vereador, mas, pelas mãos do pequeno, que aceita cada centavo porque precisa dele.

Quem pensa que eu esperei alguns meses para publicar a confissão de Cristiano Almeida ao repórter Ronaldo José da Silva, não sabe que foram 11 anos para comprovar a prática de dividir salário de assessor parlamentar adotada como filantropia pelo ex-vereador.

Em janeiro de 2005 eu fui procurado pela jornalista Lilian Amaral, que à época revelou não ter sido nomeada pelo então vereador Cristiano Almeida porque ela tinha se recusado a dividir o seu salário como assessora parlamentar.

Como seria a palavra da jornalista contra a palavra do vereador, não publiquei a matéria no meu jornal JBP, que circulou 23 anos em Barra do Piraí.

Eram outros tempos, diferentemente de hoje, o poder não estava nas mãos da verdade, mas, de quem se apresentava como autoridade, "santificada" pelo voto.

Todavia, assim que recebi a denúncia da jornalista eu telefonei para o vereador, que bastante nervoso, me disse, à época: vou fazer você engolir suas palavras.

E porque eu resolvi revelar, somente 11 anos depois, o nome da jornalista Lilian Amaral, até então preservado por mim?

Mais uma vez cabe ao próprio Cristiano Almeida explicar, já que foi ele quem revelou o nome de Lilian no comentário publicado para responder a minha afirmação sobre possuir mais uma testemunha no caso da divisão do salário do assessor parlamentar.

Agora é só colocar todos de frente, olhos nos olhos.

"De todas as liberdades é a de imprensa a mais necessária e a mais conspícua; sobranceia e reina entre as demais. Cabe-lhe, por sua natureza, dignidade inestimável de representar todas as outras" - Rui Barbosa


LEIAM OS COMENTÁRIOS EM MINHA PÁGINA DO FACEBOOK:







sábado, 3 de setembro de 2016

Cristiano Almeida admite que dividia salário do assessor Luis Simpatia e que foi nomeado pelo Zé Luiz no gabinete do Papinha porque precisava de um cargo para não trabalhar


ESCÂNDALO NO PARTIDO PROGRESSISTA


reprodução

Cristiano Almeida, Doutor Júnior e Zé Luiz - cúpula do PP de Barra do Piraí em xeque.


Em conversa com o repórter Ronaldo José da Silva via inbox - Facebook, o ex-vereador Cristiano Almeida, que cumpriu seu mandato eletivo de 2005 a 2008, admitiu, que dividia o salário de seu assessor parlamentar, Luis Simpatia, colunista social do jornal O Barrense, com mais duas pessoas que o ajudavam na política assistencialista praticada nos bairros de Barra do Piraí.

Cristiano Almeida, admitiu, também, que em 2015 foi nomeado pelo então Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, deputado estadual José Luiz Anchite (PP), no gabinete de seu suplente, deputado estadual Papinha (PP), para atuar como advogado e tesoureiro do Partido Progressista em Barra do Piraí.

Na conversa com o repórter, Cristiano Almeida, explicou, que ele não foi nomeado na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, pelo então titular da Pasta, deputado estadual José Luiz Anchite, porque ele necessitava de um cargo que não precisasse trabalhar, daí a opção pela assessoria parlamentar do deputado estadual Papinha (PP), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (ALERJ).

Entendam o caso:

No dia 15 de dezembro de 2015, o ex-vereador Cristiano Almeida publicou no Facebook o Ofício 13/2015, protocolado no DER-RJ (Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro).

Como morador de Ipiabas, Cristiano Almeida, estava pedindo no ofício, que o DER realizasse uma operação tapa-buracos na RJ-137, que liga o distrito a sede do município.

Então eu resolvi comentar a publicação de Cristiano Almeida, argumentando, que ele poderia pedir ao deputado estadual Papinha, uma força junto ao DER, já que ele era seu assessor parlamentar.

O ex-vereador não gostou e nos comentários da mesma publicação no Facebook, seguiu-se o embate, que foi deletado por Cristiano Almeida e printado por mim antes disso.


EMBATE.






A CONVERSA ENTRE CRISTIANO ALMEIDA E O REPÓRTER RONALDO JOSÉ DA SILVA

Irritado com a publicação do repórter Ronaldo José da Silva, que tinha compartilhado e comentado em sua linha do tempo no Facebook, o embate entre eu e Cristiano Almeida, que foi reproduzido acima, o ex-vereador, advogado e tesoureiro do Partido Progressista de Barra do Piraí, conversou com o repórter, via inbox do Facebook.

LEIA ABAIXO:








Na conversa, Cristiano Almeida, admitiu, que dividia o salário de seu assessor parlamentar, Luis Simpatia, colunista social do jornal O Barrense, com mais duas pessoas que o ajudavam na política assistencialista praticada nos bairros de Barra do Piraí.

O ex-vereador, admitiu, também, que tinha sido nomeado pelo então Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, deputado estadual José Luiz Anchite (PP), no gabinete de seu suplente, deputado estadual Papinha (PP), para atuar como advogado e tesoureiro do Partido Progressista em Barra do Piraí.


MEU COMENTÁRIO




Em total dissonância com o Princípio da Moralidade determinado pela Constituição Federal de 1988, o ex-vereador Cristiano Almeida foi nomeado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de março de 2015, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, no gabinete do deputado estadual Papinha (PP), para trabalhar como advogado e tesoureiro do Partido Progressista em Barra do Piraí.

Assessor Parlamentar, categoria funcional CCDAL 51, salário mensal: R$ 6.490,35.

Como se não bastasse ferir o Princípio da Moralidade, o tesoureiro e advogado do Partido Progressista de Barra do Piraí, ao que parece, desconheceu o Código de Processo Penal Brasileiro.


CRIME DE CONCUSSÃO NO CÓDIGO PENAL BRASILEIRO


PRESCRIÇÃO PARA CRIME DE CONCUSSÃO

ATUALIZANDO



Hoje, o advogado e tesoureiro do Partido Progressista de Barra do Piraí, ex-vereador Cristiano Almeida, é novamente candidato a vereador do PP na coligação dos candidatos Doutor Júnior para prefeito e Gustavo Guy para vice-prefeito, ambos também do Partido Progressista de Barra do Piraí, legenda, que também conta com a filiação do deputado estadual José Luiz Anchite.


reprodução

O ex-deputado Papinha é candidato a Prefeito da Cidade de Campos dos Goytacazes pelo Partido Progressista local.


reprodução

Luis Simpatia ainda responde pela coluna social do jornal O Barrense, em Barra do Piraí.


OUVINDO AS PARTES:

Cristiano Almeida confirmou a conversa e o teor da mesma pelo telefone.

O colunista social de O Barrense e ex-assessor parlamentar, Luis Simpatia, não atendeu aos telefonemas.

O telefone do deputado estadual do PP, José Luiz Anchite, estava fora da área de cobertura em todas as tentativas de contato.

Não foi possível conseguir contato com o ex-deputado e candidato a Prefeito pelo Partido Progressista da Cidade de Campos dos Goytacazes, Papinha.

O BLOG DO JEFF CASTRO garante a todos os citados o direito de expressão garantido pela Constituição Federal nesta mesma matéria, que será atualizada assim que suas versões sobre os fatos sejam enviadas para publicação.