segunda-feira, 26 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Paraíso dos picaretas
Não é surpresa, este da foto é o advogado André, mais conhecido como "dr titanic", deu um "tombo" em Barra do Piraí acima de R$ 10 milhões com uma pirâmide financeira na virada do milênio.
Condenado à revelia a 6,5 anos de cadeia, "dr titanic" nunca foi preso, nunca devolveu dinheiro deixando muita gente falando sozinha na cidade.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Diretores do Grupo MBP assaltados quando saiam do pátio da empresa
Hoje, por volta das 18 horas, dois diretores do Grupo MBP
foram assaltados quando deixavam o pátio da empresa, no bairro Campo Bom, em
Barra do Piraí.
Dois indivíduos numa motocicleta abordaram o veículo onde
dois diretores do departamento financeiro estavam. Armados eles efetuaram o
assalto levando quantia em dinheiro que pertencia à empresa.
Afastada do centro comercial e próximo ao anel viário que dá
acesso a BR-393, a localidade é bastante deserta deixando em situação vulnerável
os funcionários, diretores da empresa, moradores e motoristas que utilizam a
via.
Aquele acesso à Barra do Piraí, que hoje está pavimentado, possui
pouco fluxo de veículos, já que os acessos pela BR-393 mais utilizados ficam
localizados nos bairros do Matadouro e Belvedere da Taquara. Esta condição
transforma o acesso pelo bairro Campo Bom numa eficiente rota de fuga e também
em via de entrada de ilícitos.
Com a inauguração da terceira ponte sobre o Rio Paraíba do
Sul e do anel viário com acesso a BR-393, se faz necessário mais atenção da
Polícia Militar com aquela localidade.
A notícia me foi passada por fonte de minha confiança agora à
noite no Centro da cidade. Não tenho conhecimento sobre o registro na 88ª DP de
Barra do Piraí, mas, minha hipótese é de que os passos dos diretores foram
antecipadamente estudados, ou seja, falando bem no popular: eles provavelmente
foram dados.
Vamos aguardar.
domingo, 11 de maio de 2014
Acciona quer construir ligação da BR-393 com a Via Dutra
Uma boa notícia sobre a ligação do distrito de Vargem Alegre, em Barra do Piraí, com a rodovia Presidente Dutra através da BR-393, vem da concessionária Acciona.
Segundo o que determina a concessão da rodovia Lúcio Meira - BR-393, a Acciona terá que duplicar a pista do Belvedere da Taquara, em Barra do Piraí, até a entrada de Volta Redonda.
As obras no trevo do Belvedere iniciam neste primeiro semestre e a Acciona propôs a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que, ao invés de duplicar a pista até Volta Redonda, a duplicação seja feita até o km 275 - Vargem Alegre, onde uma nova estrada em linha reta até a Via Dutra seria construída para evitar que o trânsito entre as duas maiores rodovias que cortam a região passasse por Volta Redonda. A série de desapropriações que implicaria em grandes problemas sociais na duplicação da BR-393 até Volta Redonda também foi citada pela concessionária no projeto apresentado a ANTT.
Quem decide agora se aceita a proposta ou não é a ANTT.
Caso o projeto seja aprovado a nova estrada fará parte da concessão sendo administrada também pela Acciona.
Com a proposta a Acciona certamente economizaria evitando a duplicação e as desapropriações até Volta Redonda, mas, dessa vez, além de bom financeiramente para a concessionária, seria muito bom também para os moradores de Volta Redonda, que não sofreriam mais com o trânsito pesado entre as duas rodovias passando pela cidade, e, para os moradores de Barra do Piraí, que teriam a tão sonhada ligação entre o distrito industrial de Vargem Alegre e a Via Dutra.
Segundo o que determina a concessão da rodovia Lúcio Meira - BR-393, a Acciona terá que duplicar a pista do Belvedere da Taquara, em Barra do Piraí, até a entrada de Volta Redonda.
As obras no trevo do Belvedere iniciam neste primeiro semestre e a Acciona propôs a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que, ao invés de duplicar a pista até Volta Redonda, a duplicação seja feita até o km 275 - Vargem Alegre, onde uma nova estrada em linha reta até a Via Dutra seria construída para evitar que o trânsito entre as duas maiores rodovias que cortam a região passasse por Volta Redonda. A série de desapropriações que implicaria em grandes problemas sociais na duplicação da BR-393 até Volta Redonda também foi citada pela concessionária no projeto apresentado a ANTT.
Quem decide agora se aceita a proposta ou não é a ANTT.
Caso o projeto seja aprovado a nova estrada fará parte da concessão sendo administrada também pela Acciona.
Com a proposta a Acciona certamente economizaria evitando a duplicação e as desapropriações até Volta Redonda, mas, dessa vez, além de bom financeiramente para a concessionária, seria muito bom também para os moradores de Volta Redonda, que não sofreriam mais com o trânsito pesado entre as duas rodovias passando pela cidade, e, para os moradores de Barra do Piraí, que teriam a tão sonhada ligação entre o distrito industrial de Vargem Alegre e a Via Dutra.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Arquivos municipais transportados como lixo pela Prefeitura de Barra do Piraí.
Uma cidade
sem história forma um povo sem memória.
Eu tenho aqui
em meu escritório cerca de 570 edições dos jornais JBP (1992 a 2011) e O
TASQUIM (2011 a 2012) e estava pensando em doá-las para o governo municipal,
quem sabe para servir como fonte na Biblioteca Municipal.
Não posso correr o risco de vê-las como os milhares
de arquivos da Prefeitura de Barra do Piraí, literalmente,
despejados como lixo no prédio da antiga 88ª DP, na Rua Paulo de Frontin, Centro da
cidade.
Quando eu
li “departamento municipais” na faixa exibindo logos de duas esferas
governamentais eu pensei em criticar o erro, mas, deixei pra lá dada a
importância de se transferir a 1ª Cia do 10º BPM para o antigo prédio.
As
fotografias esclarecem porque os cidadãos nunca encontram as informações que
procuram nos arquivos municipais.
No caso da
invasão na localidade conhecida como “volta da macumba” nenhuma informação
sobre o terreno foi encontrada na Prefeitura de Barra do Piraí.
Encontrar
como?
Mais fotografias sobre os arquivos municipais transportados para o prédio da Rua Paulo de Frontin.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Gestão compartilhada com o hospital Maria de Nazareth não existe.
Como é empregada a verba da Saúde em Barra do Piraí?
Boa pergunta!
Segundo o site transparência do governo federal no primeiro
trimestre foram repassados R$ 6,642 milhões para serem aplicados na Saúde em
Barra do Piraí. Nos hospitais Santa Casa e Maria de Nazareth, a Secretaria de
Saúde repassou no mesmo período cerca de R$ 1,2 milhão, o que significa dizer
que R$ 5,442 milhões foram consumidos pela pasta em janeiro, fevereiro e março.
No transporte de pacientes, realização de exames e fornecimento
de remédios fica difícil imaginar que este montante tenha sido aplicado, já que
são três alvos importantes nas queixas de quem procura a Secretaria de Saúde.
Será que foi no Polo de Emergência?
Também não pode ter sido quando constatamos que os hospitais
Santa Casa e Maria de Nazareth arrecadaram juntos cerca R$ 4 milhões no primeiro
trimestre.
Após ouvir representantes da Santa Casa e revelar o quanto em dinheiro é
investido pelo poder público no hospital mensalmente, visitei hoje pela manhã o hospital Maria
de Nazareth, mantido pelo Centro Espírita Pai Cambinda, que possui a função de
atender nas áreas de pediatria e obstetrícia.
Recebido pelo presidente Abelardo Porto “Manoca”, vice
Gilmar César, tesoureiro Marcelo Mansur,
diretor administrativo Márcio Figueiredo e conselheiro Leonardo Lincoln, fui
informado que o hospital conta hoje com 130 funcionários – 74% na área de saúde
– que representam gastos em torno de R$ 450 mil mensais, que somados aos outros
gastos com manutenção, materiais de limpeza e saúde, taxas de luz, água e
telefone e diversos, perfazem um total de despesas em torno de R$ 520 mil/mês
contra uma arrecadação média de R$ 520 mil/mês, que, segundo os
representantes do Maria de Nazareth, afasta a hipótese de fechamento do
hospital, que volta e meia vem à tona nos meios políticos barrenses.
Desde outubro de 2013 a Secretaria de Saúde vem repassando mensalmente
cerca de R$ 260 mil ao hospital, enquanto, os repasses provenientes da
contratualização do SUS mantém a média de R$ 240 mil/mês, mais os atendimentos particulares e conveniados que giram em torno de R$ 20 mil/mês.
Sobre a gestão compartilhada com o governo municipal os
representantes do Maria de Nazareth informaram que mensalmente acontece uma
reunião com o indicado pelo prefeito Jorge Babo para avaliar como está sendo empregada a verba municipal e o estranho é que o indicado, Ernesto
Dandrea, não possui qualquer tipo de cargo de confiança na Secretaria de Saúde
ou em outras áreas do governo.
“Mas, como?” – perguntei.
“Recebemos Ernesto como pessoa indicada pelo prefeito Jorge
Babo para fiscalizar a aplicação da verba da saúde repassada pelo município” –
responderam.
Suponho que seja mais um predestinado paladino trabalhando gratuitamente para o poder público.
Eu sou contra cargos não remunerados e disse isso aos
representantes do hospital quando eles frisaram que também trabalham como
voluntários no Centro Espírita Pai Cambinda, mantenedor do hospital Maria de
Nazareth.
Vida que segue, talvez, eu não tenha que ser contra ou a favor
dos cargos não remunerados.
Ninguém é culpado pela minha descrença na caridade.
Só, que, eu não sou
obrigado a acreditar nessa gestão compartilhada. Aos meus olhos é apenas mais
um daqueles termos da moda recomendados nos palanques políticos.
O hospital Maria de Nazareth conta com 10 apartamentos
(convênio e particular), 41 leitos para pediatria, 36 para a área de obstetrícia,
centro cirúrgico com sala de parto, registrando, em 2013, índice de 0% em
mortalidade infantil.
Sobre a importância de uma UTI neonatal, que o hospital não
possui, fui informado que além dos investimentos iniciais custaria em torno de
R$ 300 mil/mês sua manutenção.
Mas, o que são R$ 300 mil mensais para um município que
recebeu repasses federais de R$ 6.642 milhões no primeiro trimestre de 2014?
O próximo passo é ouvir a secretária de Saúde de Barra do
Piraí para que eu possa levar até vocês como a pasta consome
cerca de 75% da verba para a Saúde repassada pelo governo federal.
E o Conselho Municipal de Saúde o que diz sobre isso?
Pelo visto dança conforme a música.
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