quarta-feira, 5 de abril de 2017
Pobre Estado do Rio de Janeiro!
Se você sente vergonha pelo presidente da Câmara Federal pertencer ao nosso Estado do Rio, deixe seu amém.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Vereador Cléber do Areal entra com projeto para revogar aumento do IPTU
O vereador Cleber do Areal entrou com um projeto na tarde
desta terça-feira, revogando a lei aprovada em dezembro de 2016, que concedeu o
aumento do Imposto Predial, Territorial e Urbano (IPTU) em Barra do Piraí.
O projeto em deliberação será votado nas
próximas sessões de quinta e terça-feira.
Caso o projeto seja aprovado, o valor do IPTU voltará ao
patamar de 2016, não podendo ter qualquer tipo de aumento.
Acabei de conversar com Cléber do Areal pelo telefone e ele
me disse que está aguardando transparência do Governo Municipal com respeito ao
aumento do IPTU.
O vereador revelou, que se a equipe do prefeito Mario
Esteves convencê-lo de que não houve aumento abusivo no IPTU, o projeto será
retirado de pauta.
Cléber está reunindo carnês de moradores registrando aumento
abusivo no IPTU.
Se a explicação do Governo Municipal não for convincente, o
projeto seguirá para o plenário.
Agora é esperar os próximos capítulos.
Construção do Hospital Regional Zilda Arns precisa ser investigada!
A “inauguração” do prédio do Hospital Regional Zilda Arns,
realizada no final do ano passado em Volta Redonda, desrespeitou o povo fluminense.
Anunciar, no final de 2016, a instalação do centro de
imagem em um prédio fantasma com 229 leitos, 47 Unidades de Tratamento
Intensivo, 50 unidades intermediárias, centro cirúrgico com seis salas para as
cirurgias de alta complexidade, ambulatório com dez consultórios e três salas
para pequenas cirurgias e endoscopias, é no mínimo uma brincadeira
inconveniente.
O valor total da obra é desconhecido, entretanto, superou
certamente a primeira centena em milhões de reais.
O Hospital Regional Zilda Arns é um dos piores custos
benefícios da história no Sul Fluminense, que precisa ser investigado, já que
aparelhado, equipado e povoado, o prédio jamais será.
A quarta revolução industrial
Klaus Schwab, autor do livro “A Quarta Revolução
Industrial”, faz uma previsão bem complicada para os chamados movimentos
sindicais, isto porque a quarta mudança virá com a automação total das
fábricas, que serão completamente independentes do trabalho humano.
A primeira revolução industrial entre 1760 e 1830, foi
marcada pela chegada das máquinas.
A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade
permitindo a produção em massa.
E a terceira aconteceu em meados do século 20, com a chegada
da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações.
A estratégia de alta tecnologia, que já vem sendo
desenvolvida pela Alemanha desde 2013, terá grande influência sobre a segurança
geopolítica, que quer dizer até que ponto a ação dos estados é ou não
determinada pela situação geográfica, e também sobre o que é considerado ético
nos dias de hoje.
Segundo o autor, a quarta revolução industrial não
representa uma extensão da terceira revolução industrial, mas a chegada de uma
diferente: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas.
A velocidade dos avanços atuais não tem precedente na
história e está interferindo em quase todas as indústrias de todos os países.
O planeta hoje possui 7 bilhões e 200 milhões de habitantes,
não sei quantos serão quando a quarta revolução industrial chegar, porém,
garanto, quem não se adaptar não conseguirá sobreviver.
Se os livros de história contam que o efeito da terceira
revolução foi devastador, não encontro palavras para descrever o mundo da
quarta revolução.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Joaquim Barbosa sonha com Brasília
E na corrida presidencial para 2018, com ninguém sendo capaz
de apontar um só nome para concorrer com a popularidade do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, que se lançou pré-candidato para pressionar o juiz Sérgio
Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, nos julgamentos de quatro ações que poderão
transferi-lo do palanque para a prisão, surge o nome do ex-presidente do
Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, responsável pelo julgamento do
mensalão do Partido dos Trabalhadores, como possível pré-candidato a
Presidente.
No fim do ano passado um instituto de pesquisa consultou Joaquim
Barbosa sobre a possibilidade de incluir o seu nome numa série de levantamentos
sobre eleições presidenciais e ouviu dele um entusiasmado sim, do tipo e não é
que é uma boa ideia?
Joaquim Barbosa, durante a campanha presidencial nos Estados Unidos foi
procurado por membros do Partido Democrata norte-americano, que vieram ao
Brasil saber sobre sua atuação no julgamento do mensalão.
Marqueteiros disseram para o ex-ministro do Supremo Tribunal
Federal, que a situação brasileira está favorecendo as bandeiras da moralidade,
que segundo eles estarão no centro das campanhas em 2018.
Retornando à cena, Joaquim Barbosa chutou o balde se
referindo ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff como encenação de
ritos cumpridos formalmente, sem que os argumentos da defesa fossem sequer
examinados por um grupo de políticos decidido a derrubá-la.
E baseado nesta opinião, Joaquim Barbosa lamentou o que ele
chamou de retrocesso a “república das bananas”, prevendo, que o presidente
Michel Temer não vai conseguir legitimidade com o apoio de um grupo de
parlamentares vistos pela população com alto grau de suspeição.
Aliás, Joaquim Barbosa previu, também, que o
presidente Michel Temer não ficará no poder até 2018.
Sobre desfigurar o pacote contra a corrupção no Congresso, o
ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, comentou, que nada mais normal que parlamentares acuados pelos próprios crimes praticados, pensem: se eu posso
derrubar um chefe de Estado, porque não posso intimidar e encurralar
promotores, procuradores e juízes?
Joaquim Barbosa alertou para o risco de fragilizar as
instituições mexendo na presidência, que é o pilar do nosso sistema de governo.
Assim que saiu de cena Joaquim Barbosa disse passaria o
tempo entre aulas e palestras.
Após um ano recluso,
o ex-presidente do Supremo foi incisivo, polêmico, porém, não ficou muito clara
a antecipação de sua aposentadoria em 2014, que foi justificada com ameaças de morte nas
redes sociais por causa de sua atuação no julgamento do mensalão do Partido dos
Trabalhadores.
Quem não aguenta com mandinga não carrega patuá.
Comissão do Governo Britânico decide que o jedaísmo não é religião
A birutice mundial chegou a tal ponto, que foi preciso uma
comissão do governo britânico decidir, que o jedaísmo não é uma religião.
A adoração aos cavaleiros de jedi, da série "Guerra nas
Estrelas", começou por acaso, quando 390 mil ateus, revoltados com a
pergunta sobre religião no censo britânico de 2001, responderam que eram
seguidores da "força".
De lá pra cá vem crescendo os adoradores dos cavaleiros de
jedi. Segundo acreditam, o jedaísmo torna as pessoas mais centradas e ligadas
as causas universais.
Desapontado, o líder da igreja do jedaísmo no Reino Unido,
Daniel Jones, garantiu, que os jedis prosseguirão com os trabalhos de caridade
mesmo sem o status legal. Jones afirmou, ainda, estar convencido que o
movimento mudará de status em no máximo cinco anos, conquistando o título de
religião.
Pesquisas britânicas revelam, que o jedaísmo tem hoje mais
seguidores no Reino Unido do que os rastafáris na Jamaica.
Não tenho a menor dúvida, que as viagens interplanetárias
dos cavaleiros de jedi são bem mais alucinantes que a onda do Bob Marley.
Mestre Yóda é uma espécie de santo responsável a ligação
entre os cavaleiros jedi e a "força".
TSE levará em conta toda a complexidade do caso
Começa nesta terça-feira o julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral.
Muito possivelmente o resultado será empurrado para o chamado tempo indeterminado com o pedido de vistas de algum ministro com notório saber em Direito.
Por outro lado, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, disse, que o plenário levará em conta toda a complexidade do caso.
A defesa de Michel Temer seguirá pelo caminho do "fatiamento" do Direito, que foi "desbravado" pelo ministro Ricardo Lewandowsck no julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, cassada com seus direitos políticos garantidos.
Não é a primeira vez que o jeitinho brasileiro na Corte foi utilizado para garantir a "tranquilidade" no país. Renan Calheiros só encerrou seu mandato como presidente do Senado em 2016, porque, após uma reunião entre membros do Executivo, Legislativo e Judiciário, ficou decidido que a prioridade naquele momento seria a aprovação da PEC dos gastos públicos.
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