quarta-feira, 5 de abril de 2017

O encontro de Dilma Rousseff e Marcelo Odebrecht no México

COISAS DO BRASIL.
Dilma Rousseff revelou um encontro rápido com Marcelo Odebrecht no México.
Segundo Dilma, ela saía do banheiro do aeroporto, completamente aliviada, quando Marcelo Odebrecht avisou, que a lavagem no exterior estava sendo investigada.
Sem entender o aviso a ex-presidente respondeu:


Pobre Estado do Rio de Janeiro!


Se você sente vergonha pelo presidente da Câmara Federal pertencer ao nosso Estado do Rio, deixe seu amém.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Vereador Cléber do Areal entra com projeto para revogar aumento do IPTU

O vereador Cleber do Areal entrou com um projeto na tarde desta terça-feira, revogando a lei aprovada em dezembro de 2016, que concedeu o aumento do Imposto Predial, Territorial e Urbano (IPTU) em Barra do Piraí.

O projeto em deliberação será votado nas próximas sessões de quinta e terça-feira.

Caso o projeto seja aprovado, o valor do IPTU voltará ao patamar de 2016, não podendo ter qualquer tipo de aumento.

Acabei de conversar com Cléber do Areal pelo telefone e ele me disse que está aguardando transparência do Governo Municipal com respeito ao aumento do IPTU.

O vereador revelou, que se a equipe do prefeito Mario Esteves convencê-lo de que não houve aumento abusivo no IPTU, o projeto será retirado de pauta.

Cléber está reunindo carnês de moradores registrando aumento abusivo no IPTU.

Se a explicação do Governo Municipal não for convincente, o projeto seguirá para o plenário.

Agora é esperar os próximos capítulos.

José Mayer garante que mudou


Construção do Hospital Regional Zilda Arns precisa ser investigada!




A “inauguração” do prédio do Hospital Regional Zilda Arns, realizada no final do ano passado em Volta Redonda, desrespeitou o povo fluminense.

Anunciar, no final de 2016, a instalação do centro de imagem em um prédio fantasma com 229 leitos, 47 Unidades de Tratamento Intensivo, 50 unidades intermediárias, centro cirúrgico com seis salas para as cirurgias de alta complexidade, ambulatório com dez consultórios e três salas para pequenas cirurgias e endoscopias, é no mínimo uma brincadeira inconveniente.

O valor total da obra é desconhecido, entretanto, superou certamente a primeira centena em milhões de reais.

O Hospital Regional Zilda Arns é um dos piores custos benefícios da história no Sul Fluminense, que precisa ser investigado, já que aparelhado, equipado e povoado, o prédio jamais será.

A quarta revolução industrial


Klaus Schwab, autor do livro “A Quarta Revolução Industrial”, faz uma previsão bem complicada para os chamados movimentos sindicais, isto porque a quarta mudança virá com a automação total das fábricas, que serão completamente independentes do trabalho humano.

A primeira revolução industrial entre 1760 e 1830, foi marcada pela chegada das máquinas.

A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade permitindo a produção em massa.

E a terceira aconteceu em meados do século 20, com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações.

A estratégia de alta tecnologia, que já vem sendo desenvolvida pela Alemanha desde 2013, terá grande influência sobre a segurança geopolítica, que quer dizer até que ponto a ação dos estados é ou não determinada pela situação geográfica, e também sobre o que é considerado ético nos dias de hoje.

Segundo o autor, a quarta revolução industrial não representa uma extensão da terceira revolução industrial, mas a chegada de uma diferente: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas.

A velocidade dos avanços atuais não tem precedente na história e está interferindo em quase todas as indústrias de todos os países.

O planeta hoje possui 7 bilhões e 200 milhões de habitantes, não sei quantos serão quando a quarta revolução industrial chegar, porém, garanto, quem não se adaptar não conseguirá sobreviver.

Se os livros de história contam que o efeito da terceira revolução foi devastador, não encontro palavras para descrever o mundo da quarta revolução.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Joaquim Barbosa sonha com Brasília


E na corrida presidencial para 2018, com ninguém sendo capaz de apontar um só nome para concorrer com a popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se lançou pré-candidato para pressionar o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, nos julgamentos de quatro ações que poderão transferi-lo do palanque para a prisão, surge o nome do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, responsável pelo julgamento do mensalão do Partido dos Trabalhadores, como possível pré-candidato a Presidente.

No fim do ano passado um instituto de pesquisa consultou Joaquim Barbosa sobre a possibilidade de incluir o seu nome numa série de levantamentos sobre eleições presidenciais e ouviu dele um entusiasmado sim, do tipo e não é que é uma boa ideia?

Joaquim Barbosa, durante a campanha presidencial nos Estados Unidos foi procurado por membros do Partido Democrata norte-americano, que vieram ao Brasil saber sobre sua atuação no julgamento do mensalão.

Marqueteiros disseram para o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que a situação brasileira está favorecendo as bandeiras da moralidade, que segundo eles estarão no centro das campanhas em 2018.

Retornando à cena, Joaquim Barbosa chutou o balde se referindo ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff como encenação de ritos cumpridos formalmente, sem que os argumentos da defesa fossem sequer examinados por um grupo de políticos decidido a derrubá-la.

E baseado nesta opinião, Joaquim Barbosa lamentou o que ele chamou de retrocesso a “república das bananas”, prevendo, que o presidente Michel Temer não vai conseguir legitimidade com o apoio de um grupo de parlamentares vistos pela população com alto grau de suspeição.   

Aliás, Joaquim Barbosa previu, também, que o presidente Michel Temer não ficará no poder até 2018.

Sobre desfigurar o pacote contra a corrupção no Congresso, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, comentou, que nada mais normal que parlamentares acuados pelos próprios crimes praticados, pensem: se eu posso derrubar um chefe de Estado, porque não posso intimidar e encurralar promotores, procuradores e juízes?

Joaquim Barbosa alertou para o risco de fragilizar as instituições mexendo na presidência, que é o pilar do nosso sistema de governo.

Assim que saiu de cena Joaquim Barbosa disse passaria o tempo entre aulas e palestras.

Após um ano recluso, o ex-presidente do Supremo foi incisivo, polêmico, porém, não ficou muito clara a antecipação de sua aposentadoria em 2014, que foi justificada com ameaças de morte nas redes sociais por causa de sua atuação no julgamento do mensalão do Partido dos Trabalhadores.


Quem não aguenta com mandinga não carrega patuá.

Comissão do Governo Britânico decide que o jedaísmo não é religião


A birutice mundial chegou a tal ponto, que foi preciso uma comissão do governo britânico decidir, que o jedaísmo não é uma religião.

A adoração aos cavaleiros de jedi, da série "Guerra nas Estrelas", começou por acaso, quando 390 mil ateus, revoltados com a pergunta sobre religião no censo britânico de 2001, responderam que eram seguidores da "força".

De lá pra cá vem crescendo os adoradores dos cavaleiros de jedi. Segundo acreditam, o jedaísmo torna as pessoas mais centradas e ligadas as causas universais.

Desapontado, o líder da igreja do jedaísmo no Reino Unido, Daniel Jones, garantiu, que os jedis prosseguirão com os trabalhos de caridade mesmo sem o status legal. Jones afirmou, ainda, estar convencido que o movimento mudará de status em no máximo cinco anos, conquistando o título de religião.

Pesquisas britânicas revelam, que o jedaísmo tem hoje mais seguidores no Reino Unido do que os rastafáris na Jamaica.

Não tenho a menor dúvida, que as viagens interplanetárias dos cavaleiros de jedi são bem mais alucinantes que a onda do Bob Marley.

Mestre Yóda é uma espécie de santo responsável a ligação entre os cavaleiros jedi e a "força".


TSE levará em conta toda a complexidade do caso


Começa nesta terça-feira o julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral.

Muito possivelmente o resultado será empurrado para o chamado tempo indeterminado com o pedido de vistas de algum ministro com notório saber em Direito.

Por outro lado, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, disse, que o plenário  levará em conta toda a complexidade do caso.

A defesa de Michel Temer seguirá pelo caminho do "fatiamento" do Direito, que foi "desbravado" pelo ministro Ricardo Lewandowsck no julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, cassada com seus direitos políticos garantidos.

Não é a primeira vez que o jeitinho brasileiro na Corte foi utilizado para garantir a "tranquilidade" no país. Renan Calheiros só encerrou seu mandato como presidente do Senado em 2016, porque, após uma reunião entre membros do Executivo, Legislativo e Judiciário, ficou decidido que a prioridade naquele momento seria a aprovação da PEC dos gastos públicos.