terça-feira, 18 de março de 2014

Eita Barra do Piraí! Quando será que vamos ver gente na cadeia?

Quem comprou os apartamentos na planta no empreendimento Central Parque, que envolve o nome do Central Sport Clube, comprou porque no panfleto estava escrito que o empreendimento fazia parte do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal gerenciado pela Caixa.


Hoje os compradores falam sozinhos sem quaisquer perspectivas de verem os apartamentos ou as granas de volta.


No panfleto o arquiteto responsável pelo empreendimento é Felipe Marcondes, atual secretário de Obras do prefeito de Barra do Piraí, Jorge Babo.


Mas, não adianta, aqui cai tudo na minha mão.

Vejam!


quinta-feira, 13 de março de 2014

João Teles alega que ‘ataques’ acontecem porque ele impediu que servidores ‘depenassem’ veículos sucateados na garagem da Prefeitura

ATUALIZANDO: São 15h15 e acabei de falar com a servidora da Secretaria de Serviços Públicos de Barra do Piraí, Dayse Villa Nova. A servidora confirmou que o secretário João Adolfo Teles foi trabalhar ontem com seu veículo Gol branco. Mais um servidor que contradiz o secretário, que me informou que seu veículo está na oficina de funilaria desde o dia da batida.

ATUALIZANDO: São 12h52 e acabei de falar com Bidi na Secretaria de Serviços Públicos pelo telefone. O servidor público confirmou que João Teles foi trabalhar anteontem dirigindo o Gol que o secretário alega estar na oficina aguardando a tampa traseira desde a batida no galpão. Bidi me disse que ontem não foi trabalhar e por isso nada pode informar.

Ontem, quarta-feira, 12 de março, no site de relacionamentos do Facebook eu recebi no inbox (mensagens pessoais) uma informação de um servidor público sobre uma ação nada convencional, supostamente, do secretário de Serviços Públicos e do SAAE de Barra do Piraí, João Adolfo Teles.

Segundo as informações do servidor, o secretário João Teles teria batido com seu veículo Gol branco, placa LKH 9033, dando ré no galpão da BR-393, no bairro do Belvedere da Taquara, onde ficava a fábrica da Itamaraty e foi transformado em Secretaria de Serviços Públicos, e, que, supostamente, ele teria trocado a tampa traseira batida de seu veículo (numeração do vidro traseiro: 7PO53988) pela tampa traseira de um Gol branco da Secretaria de Saúde, placa LUU 5579 (numeração do vidro traseiro: GT41531), sucateado na garagem da prefeitura no bairro do Matadouro.

Hoje pela manhã eu fui até a secretaria de Serviços Públicos na BR-393 e não encontrei o secretário João Teles.  Retornando para casa telefonei para a Secretaria de Serviços Públicos perguntando se o secretário já tinha chegado e conversando com o funcionário Jorge Taveira eu fui informado por ele que João Teles passou rapidamente no setor hoje pela manhã e que não tinha avisado para onde seguiria. Indagado por mim o servidor Jorge Taveira confirmou que ontem o secretário João Teles tinha ido trabalhar no veículo Gol branco de sua propriedade.

Telefonei então para o secretário João Teles, que, informado sobre a suspeita, revelou, que seu veículo se encontrava na oficina do Geraldinho, no bairro da Vila Helena, esperando a chegada da tampa traseira que ele encomendou para fazer a funilaria, confirmando, que ele tinha batido com o veículo dando ré no galpão da Secretaria de Serviços Públicos, na BR 393.

Indagado se ontem ele tinha ido trabalhar no seu veículo, o secretário disse que não, informando, que estaria utilizando outro Gol branco dos Serviços Públicos desde a batida no galpão.

Sobre a denúncia o secretário João Teles alegou que suas ações para impedir que servidores da Secretaria de Serviços Públicos continuassem a retirar, ilegalmente, peças de veículos sucateados nas garagens da prefeitura, seriam as causas da revolta que vem provocando os “ataques”, que segundo ele tentam denegrir a sua imagem.  “Eu tenho uma história em Barra do Piraí. Sou membro da comunidade da Catedral de Santana e meu pai me avisou que agora no poder público eu estaria sujeito a este tipo de coisa”, disse.

Então eu segui até a garagem da prefeitura no bairro do Matadouro e fotografei o Gol branco da Secretaria de Saúde, onde, visivelmente, pode se ver que a tampa traseira foi polida e encerada, e, que, supostamente, ela teria sido recolocada no veículo recentemente.

Vejam abaixo as fotografias do Gol da Secretaria de Saúde sucateado na garagem no bairro do Matadouro. É nítida a diferença entre a pintura do veículo sucateado e tampa traseira polida e encerada.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Arroz puro no cardápio da Escola Municipalizada Professor Jehovah Santos

Ontem eu fui convidado por pais de alunos para fazer uma visita a Escola Municipalizada Professor Jehovah Santos, localizada no bairro São João, em Barra do Piraí.
Municipalizada há dois anos a Jehovah Santos recebe diariamente 160 crianças divididas entre os ensinos básico e fundamental. A escola é dirigida pela professora Roseclair Mariano, que, democraticamente, colocando sua própria cabeça na "guilhotina” das costumeiras retaliações, não me impediu de conhecer o dia a dia dos pais, alunos, diretores, professores, inspetores e funcionários, mas, preferiu não falar, deixando, para o casal Marcelo Silveira e Quely Piassá, que possui dois filhos no ensino fundamental, os relatos sobre os graves problemas.
Acompanhado por Marcelo e Quely, ouvi deles que os banheiros não são adaptados para alunos do ensino básico - faixa etária de 3 a 5 anos; que os ventiladores não estavam funcionando; que faltavam lâmpadas para necessárias trocas; e, surpreendentemente, que existiam conduítes de PVC instalados nas paredes sem os devidos fios elétricos que eles deveriam conduzir para o fornecimento de energia. “Eu venho fazendo serviços de manutenção na escola como pai de aluno porque o que eu quero é ver a escola preparada para receber as crianças dignamente. Mas, existem coisas que nós pais em parceria com professores não podemos fazer”, disse Marcelo, emendando: “O vereador Paulinho do Royal esteve aqui e providenciou que o terreno da escola fosse capinado, já que existem relatos de moradores do bairro sobre o surgimento de cobras e escorpiões na localidade. O problema é que a capina foi feita, mas, os montes de mato que foram roçados prosseguem no terreno”.
Sobre o parquinho da escola o casal se queixou do abandono e da má localização dos brinquedos, revelando, mais uma grande surpresa da manhã: a linha telefônica que atende a escola é um aparelho de orelhão afixado no corredor da Jehovah Santos.
A escola não recebe materiais de limpeza e merenda escolar desde o ano passado. Hoje, terça-feira, dia 18 de fevereiro de 2014, o cardápio é arroz, só arroz. A dispensa está completamente desabastecida e sem previsão alguma sobre a chegada da merenda escolar.
O que foi dito em off por professores, é que o Ministério Público apertou a Secretaria de Educação por causa de falta de merenda escolar em outras escolas e por isso os poucos alimentos comprados pelo governo Jorge Babo estão sendo direcionados para essas escolas.
O nome disso é aberração administrativa na Educação. E que nossos promotores de justiça fiquem espertos, porque, quando eles determinam que se cubram alguns “santos” o governo municipal manda descobrir outros.
Querem que eu escreva mais o que?

Passei mal a noite toda, nem queria sair de casa, fui me arrastando e retornei com a bateria recarregada para gritar que isso é uma grande vergonha!
A fachada da escola no bairro São João
Marcelo fazendo reparos nas luminárias.
O telefone da escola.
Brinquedos interditados por falta de segurança.
O cardápio informando a merenda escolar do ano passado permanece no quadro de avisos.

Em 2014 não precisa, vai ser somente arroz?

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Acessibilidade zero! Vergonha zero!

Há 10 meses eu publiquei no site www.jeffcastro.com.br, que retornará em breve, estou sentindo falta dele, a matéria abaixo sobre acessibilidade em Barra do Piraí.

Acabei de receber um telefonema de uma profissional de Educação me pedindo para fazer mais uma matéria mostrando outra menina cadeirante tentando chegar ao Colégio Joaquim de Macedo, também em Barra do Piraí. Ela reside no bairro do Maracanã e o ônibus que ela precisa enfrentar todos os dias, de acessibilidade só possui o adesivo colado no pára-brisa.

Vamos a matéria de 15 de abril de 2013

ACESSIBILIDADE: UM DIREITO DE TODOS!
Acompanhamos em Barra do Piraí a luta diária da jovem estudante Izabely Silva de Oliveira, de 9 anos, filha do serralheiro industrial Sidenir Jesus Camargo e da dona de casa Maria de Fátima Honorato. Izabely nasceu com uma deformação na coluna que a impossibilita de andar. Todos os dias, acompanhada de seus pais, ela faz o caminho de ida e volta de sua casa, no início da subida do bairro da Caixa D’água, em Barra do Piraí, até a Escola Municipal Manoel Fonseca, atrás da Santa Casa.
A equipe do Jeff Castro.com.br fez o trajeto de Izabely, acompanhado pelo pai Sidenir, para verificar as dificuldades de acessibilidade em Barra do Piraí.

O que é acessibilidade?

Acessibilidade consiste em disponibilizar condições básicas para que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, além de permitir o uso destes por todas as parcelas da população. Veículos públicos com acesso a deficientes, televisões com legenda para pessoas com problemas auditivos, entre outras, são algumas medidas básicas que promovem a inclusão do portador de deficiência física na sociedade ou no mercado de trabalho.
Escola Municipal Manoel Fonseca
Inicialmente, ouvimos o diretor da Escola Municipal Manoel Fonseca, Roberval Lauro de Oliveira, que não permitiu o registro de fotos dentro da escola, apenas com a autorização da Secretaria Municipal de Educação. Roberval ressaltou que a escola possui acesso de rampa na entrada, banheiros adaptados e sinais visuais aos deficientes auditivos. O foco atual da direção é a construção de um elevador para o acesso ao pátio na cobertura, evitando a utilização da rampa no exterior o colégio, e a execução do plano de ação para o cadastro da escola no Programa Escola Acessível, que visa promover ou ampliar as condições de acessibilidade ao ambiente físico, aos recursos didáticos e pedagógicos e à comunicação e informação nas escolas públicas de ensino regular.
De acordo com Sidenir, em relação ao colégio eles não possuem grandes problemas, apenas o acesso ao pátio, que é feito por uma rampa ao lado de fora e sem cobertura.
Trajeto de Izabely - Escola x Casa
Em um caminho relativamente curto, de aproximadamente 500 metros, observamos grandes obstáculos para a jovem Izabely, o principal deles são os postes no centro da estreita calçada, o que obriga o desvio da passagem para o asfalto, um perigo já que para isso a jovem cadeirante depende da boa vontade dos motoristas, ainda mais no retorno da escola. “Os postes foram colocados exatamente no meio do caminho, fechando a passagem por qualquer lado das calçadas. Antigamente, não havia nenhum cuidado e atenção com a acessibilidade do deficiente, mas hoje em dia é inadmissível uma situação dessas”, desabafou Sidenir, indignado com a situação atual.
Izabely reclamou também dos buracos e do desnivelamento de uma calçada para a outra. “Semana passada, quase tomei um tombo em dois buracos, mesmo conhecendo bem o caminho. Para atravessar a rua, não consigo fazer sozinha pela falta de rampas nas faixas, preciso da ajuda de alguém”, contou.
A falta de padronização, de rampas de acesso nas calçadas, e do número excessivo de buracos, dificulta a locomoção dos deficientes em diversos locais da cidade, principalmente nas periferias. “Creio eu que o novo prefeito terá muito trabalho na questão da acessibilidade em Barra do Piraí. A estrutura está restrita ao centro da cidade, será preciso uma atenção maior a periferia. Eu moro perto do centro e já tenho dificuldades com minha filha, imagina as pessoas com limitações físicas que moram em bairros distantes?”, questionou o serralheiro, que divide a tarefa de buscar e levar Izabely ao colégio com a esposa.
A ampliação da estrutura e transporte aos bairros, padronização das calçadas, remoção dos postes em parceria com a Light, segundo Sidenir, são medidas em curto prazo que melhorariam as condições de acessibilidade ao deficiente físico. Cabe as autoridades responsáveis tomarem as atitudes necessárias para oferecer, no mínimo, uma condição digna social a essas pessoas.
Lembrando que o Decreto-lei, nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, prevê multa aos estabelecimentos que se negarem a fazer o necessário para adequação. E essa multa é maior para os órgãos públicos que não respeitarem seu direito de acessibilidade.
Acompanhem o trajeto de Isabely até sua casa no Morro da Caixa Dágua

O texto e fotos são do meu filho, jornalista Felipe Souza de Castro.

As autoridades são omissas. Alguém precisa avisar a Light S/A que lugar de postes não é no meio das calçadas. Falta atitude, falta macho, acho que vou chamar o vereador Pedrinho ADL para tomar providências!







Vem aê a Guantanamo tupiniquim


O delegado Maurício Luciano disse na TV que a celeridade do inquérito com 175 páginas se deve a grande repercussão do caso.

Traduzindo: a Polícia Civil admitiu em rede de TV que quanto maior a repercussão do caso maior o interesse das "otoridades" na investigação.

O delegado Maurício Luciano disse na TV que ouviu os dois jovens no presídio de madrugada sem a presença de um advogado.

Traduzindo: a Polícia Civil admitiu em rede de TV que quanto maior a repercussão do caso maior o regime de exceção nas investigações.

Se o Ministério Público e o Poder Judiciário embarcarem no inquérito o próximo passo será criar a Guantanamo brasileira.

Se o Procurador da Justiça do Trabalho não defender os direitos dos Jornalistas investigando porque dois cinegrafistas da Band foram mortos em dois anos nas ruas do Rio, ficará evidente que o Poder Judiciário rasteja frente a grande mídia.

Estou começando a sentir vergonha de ser brasileiro.

Eu não defendo black blocs, defendo a Constituição Cidadã, a Democracia.

Vejam minha charge no jornal Indústria & Comércio, em 1984, na cidade de Salvador.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Jornalista Pedro Palma executado em Miguel Pereira



Brother e Jornalista Pedro Miguel Palma, 47 anos, proprietário do jornal Panorama Regional, foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (13), em frente à sua casa na cidade de Miguel Pereira.


Várias Ongs Internacionais como a Artigo 19 e Repórteres Sem Fronteiras apontam o interior do Brasil como um dos locais mais perigosos do mundo para atuar como Jornalista.


Jornalistas são executados e só na região Sul Fluminense já são dois em três anos, quase um Jornalista morto por ano sem qualquer resposta à sociedade, já que os executores e prováveis mandantes nunca são encontrados em investigações que terminam empoeiradas nas gavetas das delegacias.

Pedro Palma, assim como Randolfo, também executado há dois anos com sua namorada em Barra do Piraí, era membro da imprensa nanica da qual eu faço parte com muita satisfação.

O negócio é que no interior os delegados (Polícia Civil e Polícia Federal), promotores e juízes, literalmente, cagam e andam para o que nós Jornalistas da imprensa nanica escrevemos, eles só tomam providências em quaisquer assuntos quando a grande mídia aponta seus holofotes, lentes e câmeras para as questões.

E assim tudo vai ficando no esquecimento encorajando os executores e mandantes a calarem o Jornalista que os incomoda.

Isso, porque, do meu ponto de vista, existem vários Brasis e aqui no interior o Brasil é fascista.

“Durante o primeiro ano de dominação fascista, 1922-23, tinham-se pilhado e incendiado as oficinas e redações dos jornais de oposição. Redatores e correspondentes foram agredidos, feridos, banidos. Edições inteiras de jornais foram incendiadas ao sair das oficinas, ou à sua chegada nas estações de estrada de ferro. Os vendedores eram ameaçados e agredidos e suas bancas incendiadas. De vez em quando os dirigentes provinciais seqüestravam edições inteiras dos jornais. Mas as velhas leis que garantiam a liberdade de imprensa continuavam oficialmente em vigor, e os confiantes continuavam a esperar que estes atos ilegais e inconstitucionais cessariam um dia, e que a liberdade de imprensa se instauraria de novo.”

(Gaetano Salvemini, La Terreur Fasciste, Paris, 1930. págs 238-247)

sábado, 25 de janeiro de 2014

Funcionários demitidos da Cruz Vermelha - BP em 2013 permanecem sem direitos trabalhistas

foto: reprodução/A VOZ DO POVO

Três funcionárias da Cruz Vermelha Barra do Piraí, Fernanda, Cláudia, Rosania, participaram na semana passada no repórter policial do Gato Preto, que é um programa independente transmitido pela RBP/AM de segunda a sexta-feira.
Fernanda, Cláudia, Rosania e mais quatro funcionários foram demitidos da Cruz Vermelha entre julho e dezembro do ano passado e até hoje não receberam indenizações trabalhistas e nem mesmo os seguros desempregos porque suas carteiras de trabalho estão em aberto, sem a homologação no sindicato da categoria. “Na verdade nós ainda somos funcionárias da Cruz Vermelha, já que nossas carteiras de trabalho dizem que somos”, disseram Fernanda e Cláudia, revelando, que a entidade, atualmente com cerca de 30 funcionários, não vem depositando os valores relativos aos Fundos de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). “Sobre os depósitos do INSS nada sabemos e eles não nos informam quando perguntamos”, frisaram.
Cláudia e Fernanda acreditam que o problema está sendo ocasionado pela indefinição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da Cruz Vermelha Barra do Piraí. “O Pedro contador, pessoa de confiança do presidente Coronel Parrini, informou apenas que a Cruz Vermelha Barra do Piraí tinha perdido sua condição de entidade filantrópica e que não era mais considerada filial da matriz Rio de Janeiro”, alegaram.
Sobre as notícias veiculadas na imprensa após a entrevista ao programa policial envolvendo doações encaminhadas a entidade, Fernanda disse que não pode tecer qualquer comentário sobre o assunto porque não trabalhava na Cruz Vermelha à época, já Cláudia afirmou que a reportagem publicada por um jornal regional não condiz com suas palavras. “Jeff, durante o programa eu disse, em off, que o aparelho de TV e os materiais esportivos doados pelo vereador Pedrinho ADL (PRB) para sorteio não tinham sido sorteados. Primeiro eles ficaram guardados na farmácia, na parte de cima, depois foram levados para uma sala lá embaixo, na presidência. Esses materiais não foram sorteados como o próprio vereador informou que seriam”, frisou, emendando: “No caso dos vasilhames de água doados na época da tragédia na região serrana, não foi eu quem disse. Telefonaram para o programa tocando neste assunto que foi colocado como se ele tivesse partido de mim e não partiu. Essa conversa a gente escutou sim dentro da Cruz Vermelha, mas, não passavam de assuntos comentados pelos corredores.”
Cláudia e Fernanda informaram que irão até a sede da Cruz Vermelha no Rio de Janeiro e ao Ministério Público na próxima semana. “Nós agendamos estas audiências na matriz Rio e no MP em Barra do Piraí para garantir que nossas intenções são garantir nossos direitos e esclarecer tudo que tiver que ser esclarecido”, encerraram, com Cláudia, acrescentando, que está preocupada após a visita na sexta-feira do presidente da Cruz Vermelha ao provedor da Santa Casa, onde ela atualmente presta serviços. “Suspeito que o Coronel Parrini tenha feito pressão para que eu seja demitida”.

Falando por telefone com o Coronel Parrini, que passa o final de semana em sua residência na cidade de Niterói, ouvi dele, que, na segunda-feira vai pedir gravação da entrevista ao programa policial para adotar qualquer posicionamento e que as demissões foram recomendadas pelo corpo médico da Cruz Vermelha. “Eu não discuto demissões, apenas ouço as recomendações do corpo médico e como administrativo eu ajo dentro daquilo que está sendo considerado melhor para a entidade”, encerrou, dizendo que quaisquer esclarecimentos serão prestados somente na próxima semana. Sobre a visita ao provedor da Santa Casa o Coronel Parrini disse: “Eu não vou perder meu tempo com essa menina”.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Secretaria de Serviços Públicos de Barra do Piraí executa obras em terreno particular na Metalúrgica

Ontem eu fui contatado pelo diretor do Sindicato dos Bancários no Sul Fluminense, ex-presidente e atual membro do Partido dos Trabalhadores (PT) em Barra do Piraí, Gilberto de Souza. Segundo seus relatos a Secretaria Municipal de Serviços Públicos estaria trabalhando em propriedade particular na Rua Lúcio Mansur Elias, no bairro da Metalúrgica.
Hoje pela amanhã eu segui até o bairro da Metalúrgica para me encontrar com Gilberto de Souza na Rua Lúcio Mansur Elias, bem em frente à propriedade particular onde um barranco foi escavado por funcionários e máquinas da Secretaria de Serviços Públicos com as terras retiradas jogadas sem quaisquer critérios sobre um talude na mesma rua.
O clima não era muito amistoso. Mal começamos a conversar sob a sombra de uma árvore e fomos surpreendidos por um rapaz no comando de uma carroça, que, em tom ameaçador, disse: “Gilberto, se eu fosse você não faria isso”. Enquanto o rapaz ameaçava ouviu-se uma voz lá do alto de uma residência: “Chico! Sai daí!”.
Então eu pensei: adoro lidar com valentes e vamos em frente.
Gilberto me contou que desde o ano passado vinha pedindo ao secretário de Serviços Públicos, João Adolfo Teles, para que uma limpeza fosse realizada no talude em frente a sua residência, onde um matagal crescia e uma placa informativa ameaçava cair. “Fiz vários contatos e nunca obtive retorno”, disse Gilberto, emendando: “Um dia encontrei João e pedi que o lixo urbano fosse retirado de minha calçada. Ele, ironicamente, disse que a Prefeitura não executava serviços em propriedades particulares”.
Ontem -  quarta-feira, dia 15 - pela manhã Gilberto fotografou homens e máquina da Secretaria de Serviços Públicos escavando um barranco em propriedade particular.
Hoje, no local, eu fotografei a terra retirada da propriedade particular armazenada sobre o talude na Rua Lúcio Mansur Elias.
Chico, que apareceu no local se dirigindo a Gilberto de Souza em tom ameaçador é filho da presidente da Associação de Moradores do bairro da Metalúrgica, Maria Helena, que possui ligações com o secretário João Teles.

Secretário alega não saber nada sobre o serviço em terreno particular.

Em contato telefônico com o secretário João Adolfo, ouvi dele que ele não sabia que a máquina e funcionários de sua pasta estavam executando serviços na propriedade particular do morador identificado por ele como de primeiro nome Jordane. “São vícios antigos dos funcionários da minha secretaria que eu estou tentando acabar. Os funcionários foram advertidos por mim”, disse João Teles, informando, também, que ontem pela manhã, quando tomou conhecimento sobre o fato fez contato telefônico com Lívia, que está substituindo a presidente da Associação de Moradores da Metalúrgica, Maria Helena, por motivos de saúde. “Alertei Lívia que fatos assim não podem se repetir”, disse-me ao telefone.
João Adolfo Telles também é morador do mesmo bairro.

Beleza, os culpados são sempre os pequenos.

Foto do talude registrada por Gilberto de Souza e que deu origem ao pedido de limpeza feito ao secretário João Teles.

Foto registrada por Gilberto de Souza no momento em que a máquina da Secretaria de Serviços Públicos escavava o barranco em propriedade particular.

Funcionários "culpados" segundo informações do secretário João Teles. Foto de Gilberto de Souza

Hoje eu registrei as terras jogadas inadvertidamente sobre o talude na Rua Lúcio Mansur Elias. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Acidente no Itaquerão e Copa do Mundo

Acidente grave no Itaquerão e Andrés Sanches mandou seus leões de chácara tomarem celular de repórter da Folha de São Paulo que registrava uma discussão envolvendo este tipo de gente que tomou conta da Copa do Mundo no Brasil.
Obras apressadas, tudo pelos bilhões de reais envolvidos. Tinha patrocinador disposto a pagar R$ 500 milhões só para ter seu nome no estádio por um período, só não tinha responsabilidade.
Agora começam as caças as bruxas, as perícias, os embargos e os bastidores, afinal, quem manda aqui é a FIFA!